Erupção

series of works for solo instruments with and without electronics|série de peças para instrumentos solo, com e sem eletrônica

Erupção I (Eruption #1)
clarinet|clarinete
2018
Score|Partitura
Premiere
Nina Jaunssen-Deinzer
New Music Touchpoints, Kiyv Contemporary Music Days/Festival Dias de Música Electroacústica
Lisboa Incomum (Portugal)
16/06/2018


Erupção II (Eruption #2)
sopranino saxophone and electronics|sax sopranino e eletrônica
2019-2020

in collaboration with|em colaboração com Pedro Bittencourt

Converse

piano, dancer and real-time electronics/video|piano, dançarina e eletrônica/vídeo em tempo real
2018

Composed in collaboration to|escrita em colaboração com Lia Sfoggia e Luciane Cardassi

Premiere
Lia Sfoggia, Luciane Cardassi and Guilherme Bertissolo
Seminário de Criação Colaborativa
Reitoria da UFBA
10/09/2018

Mesa no Congresso Virtual UFBA 2020 – Pesquisa performativa e colaboração nos processos de criação interartística em Converse

Base

piano, video and electronics|piano, vídeo e eletrônica
2017
Composed in collabotarion|composta em colaboração com Lia Sfoggia

Base is a collaborative work by Guilherme Bertissolo and Lia Sfoggia. The piece is based on two interdependent axes: Ambiguity of Technology in Metropolis and the relationship between body and technology mediated by culture. The film express the ambiguity of technology and allow the artists to argue the contemporary debate about man-machine interface. The problems of the man-machine interfaces can be understood through the contemporary body, taking the movement and its cultural significance as a point of view for discussion. The piece is written for piano, electronics, and
videodance, in a collaboration between the composer Guilherme Bertissolo and the dancer/choreographer Lia Sfoggia.

Balance

electroacoustic in 4 channels with video projection and sound installation|eletroacústica em 4 canais com projeção de vídeo e instalação multimídia
2017

Balance is a piece of music and video-dance created by Guilherme Bertissolo and Lia Sfoggia during their one-month residency at the Experimental Acoustic Research Studio (EARS) and the Center for Ideas and Society, University of California, Riverside, in 2017. The residence was supported by a grant from Ibermusicas (Ajuda a Compositores para Residências Artísticas 2016). The work was inspired by the universe of “capoeira”, a combination of music, dance and martial arts that has been developed in Brazil by West African slaves and its descendants and has been exported all over the world.
In Balance, the idea of absurdity can be understood in two different ways: first, the irrationality of the persecution, since capoeira has a symbolic meaning as a practice of resistance and emancipation from social and cultural oppression; on the other hand, as a practice that cannot be fully framed or arrested in a set of established rules, due to the ambiguous and complex nature of capoeira.

Balance é uma obra de música e dança com mediação tecnológica, criada e estreada na residência de Guilherme Bertissolo e Lia Sfoggia no Experimental Acoustic Research Studio (EARS, Riverside, California/EUA), possibilitada pela concessão do apoio Ibermusicas – Ajuda a Compositores para Residências Artísticas 2016. A obra é resultado de uma pesquisa em andamento baseada no universo instigante da Capoeira Regional, a partir de diálogos em torno dos desdobramentos criativos do seu universo. O contexto desse trabalho remete há oito anos de atividades de Bertissolo e Sfoggia na Fundação Mestre Bimba, em Salvador. A apresentação consistiu de uma instalação com quatro altofalantes e quatro televisores. O primeiro deles, instalado no hall de entrada, mostrava as imagens captadas em tempo real dos pés das pessoas presentes na sala principal. Nesta, dois televisores foram dispostos em lados opostos, rodeados pelo sistema quadrifônico de som. Foram dispostas cadeiras para o público. Em uma terceira sala, contígua, havia um terceiro quarto televisor projetando imagens captadas em Salvador e Riverside.

Balance (em português, um imperativo do verbo balançar, em inglês, equilíbrio) explorou a ideia de equilíbrio dinâmico, presente nos diversos aspectos da capoeira, como a ginga, que permite os constantes deslocamentos de peso que ajudam o capoeira a se manter em pé, em uma metáfora da resistência que a capoeira representa como manifestação outrora perseguida, hoje celebrada.

Premiere
Center for Ideas and Society
University of California, Riverside
15/02/2017

Transferências

flute and clarinet|para flauta e clarinete
2016

Obra escrita em Homenagem a Paulo Costa Lima, busca alimentar a dubiedade entre a literalidade da palavra, e sua acepção de troca, ou movimento no âmbito dos seus materiais e processos, e a noção psicanalítica de transferência (um tema caro ao homenageado). Nesse caso, a relação de transferência não ocorre entre paciente e terapeuta (será?), mas entre ideias de dois compositores, muitas vezes sob o prisma da influência direta, acadêmica e artisticamente.

Premiere
Duo Robatto
III Festival de Música Contemporânea Brasileira
ADUNICAMP, Campinas
18/03/2016

Baixe aqui a partitura.

Trama em Espelho

didactic work for ensemble|obra didática para conjunto misto
2016

Score available in: Simone Marques Braga e Mônica Cajazeira Santana Vasconcelos. (Org.). Tocar, cantar, criar: a composição no ensino musical. 1ed.Feira de Santana: Editora da UEFS, 2018, v. , p. 211-218

Sonoridades que se tramam no espaço da escuta. Uma concatenação de gestos que se desdobra no tempo, e que anseia a reversibilidade, oferece o futuro em troca do passado. A composição da obra didática Trama em Espelho ocorreu a partir desse contexto poético, dessa intenção expressiva1. Mas não apenas. A obra responde também ao desafio da composição de uma obra contemporânea de caráter didático.

O desafio a ser enfrentado é enorme, mas não menos pertinente. O compositor Ernst Widmer costumava afirmar que “compor e educar é a mesma coisa”2. Ora, os processos de ensino e aprendizagem carregam consigo o compor em suas múltiplas facetas, assim como cada composição é um ato pedagógico.

Mas o desafio não reside em questões conceituais. A expansão dos horizontes no compor e na análise musical acentuada nos últimos 50 anos, que ocasionou em uma vertiginosa multiplicação das tendências estéticas, processos, materiais, bem como sonoridades e técnicas de execução musical, coloca-nos frente ao problema. Reconhecer e fazer perceber a expansão de horizontes ao tempo em que se propõe algo didático, acessível, passível de ser tocado por músicos não-profissionais.

Trama em Espelho responde ao desafio a partir de uma experiência prévia. O projeto Música de Agora na Bahia (MAB)3, que coordeno em colaboração com os compositores Alexandre Espinheira e Paulo Rios Filho, desenvolveu uma série de ações de formação de compositores, intérpretes, não apenas no contexto da universidade, mas em escolas da rede básica de ensino e através de um programa de formação. Entre 2012 e 2015, realizamos quase 50 recitais-relâmpagos em escolas da rede básica, com obras de um minuto de duração, escritas por compositores em formação, para intérpretes em formação, para serem ouvidas por uma plateia em formação.

Sob o ponto de vista prático, a obra apresenta um conjunto reduzido de materiais, organizados sob uma forma espelhada – o que garante uma coesão e permite um maior aproveitamento e entendimento no estudo das partes e na montagem –, sem mudanças de compasso ou andamento. Entretanto, esses materiais são submetidos a transformações nas sonoridades a partir de pequenas estratégias de mudanças de timbres, formação de texturas, derivação, inflexões e variação.

Logo nos compassos iniciais, é possível notar um conjunto limitado de materiais tem a potencialidade de gerar variedade pela transformação de padrões simples. Os colchetes marcados nas partes do violão/guitarra, bandolim/cavaquinho e violoncelo/contrabaixo, indicam padrões de 7, 5 e 3 tempos respectivamente. A repetição desses padrões permite que cada músico tenha um conjunto limitado de sons para executar, que devem ser repetidos. Entretanto, como são números primos, o alinhamento dos materiais não ocorre brevemente, o que garante a variedade e coesão na forma.

Outras estratégias envolvem o uso de ideias simples que são derivadas, como a alternância de casas em uma mesma posição no violão, gerando três acordes diferentes, nos compassos 3, 5 e 13; a escolha de um número de multifônicos simples na flauta e no clarinete que são repetidos em diferentes combinações ao longo da obra; e a rotação de materiais previamente executados, como ocorre nos compassos 26 a 30.

Embora as estratégias de transformação e derivação partam de operações simples, a obra apresenta desafios. Musicalmente, ela demanda do grupo uma entrega para uma escuta específica. Tecnicamente, a obra não está organizada a partir de parâmetros mais convencionais, tais como harmonia, forma e ritmo. Nesse sentido, os gestos, timbres e texturas tem uma importância mais acentuada na forma do que os parâmetros musicais tradicionais.

Recomenda-se a regência para um melhor resultado em termos didáticos. A familiaridade com as sonoridades e técnicas de execução poderia facilitar. Entretanto, as técnicas de execução, embora não tão conhecidas em alguns contextos, são amplamente aplicadas e abordadas em manuais de orquestração e sítios especializados na internet4.

É preciso ressaltar ainda que as sonoridades, materiais e processos da obra foram inspirados no repertório de obras recentemente apresentadas no projeto Música de Agora na . Espero que essa obra possa contribuir para a expansão de horizontes e que tenha a capacidade de possibilitar experiência instigantes, provocando os estudantes a descobrir novos caminhos nas práticas musicais.

1Abordar um processo de composição de uma obra é por si só um desafio. A expressão “intenção expressiva” e outros termos e entendimentos que suportam o discurso são discutidos por REYNOLDS (2002). Realizei uma incursão em um possível compor a partir do contexto da capoeira regional na minha tese de doutorado (BERTISSOLO, 2013).
2A esse respeito, ver as intrigantes considerações de LIMA (2012, 2014) sobre o ensino de composição e sobre a pedagogia de Widmer.
3O projeto Música de Agora na Bahia (http://www.musicadeagoranabahia.com/) teve sua primeira edição em 2012. A última edição julho de 2014 e se estendeu o começo de 2016 e contou com: (1) série de dezoito concertos com atrações nacionais e internacionais; (2) dezoito projeções de música eletroacústica, com interação de video-artistas, bailarinos e atores; (3) quatro seminários em música contemporânea, durando uma semana cada, com professores de composição e instrumentistas de outros estados e/ou países, incentivando assim também o intercâmbio entre pares; (4) trinta e dois concertos relâmpago em escolas da rede pública; e (5) concurso de composição que terá como prêmio uma residência artística em Salvador visando a composição de uma obra inédita.
4Como por exemplo ADLER (1989). Uma lista de links para fontes sobre recursos (instrumentais, de orquestração e técnicas estendidas), compositores que desenvolvem um compor a partir das sonoridades mencionadas e fontes institucionais úteis está disponível em https://guilhermebertissolo.wordpress.com/links/.

Espelho Mágico

voice, flute, electric guitar, piano and percussion|voz, flauta, guitarra elétrica, piano e percussão
2015

Score|Partitura

A obra Espelho Mágico (Quatro Quase-Haikais de Mário Quintana) foi escrita em homenagem ao Centenário do compositor H. J. Koellreutter, por ocasião do concerto comemorativo do MAB.

Os processo de composição foram inspirados nas ideias poéticas de Koellreutter, em especial na sua obra Oito Haikais de Pedro Xisto.

Quatro poemas de Mário Quintana, oriundo da antologia Espelho Mágico servem como contraponto às ideias de Koellreutter. A ironia e humor de Mário Quintana dialogam com as ideias poéticas de Koellreutter em um diálogo impossível.

Premiere
Henrique Moraes, Ráiden Coelho, Beatriz Alessio, Humberto Monteiro e Ricardo Flash
Música de Agora na Bahia
Museu de Arte Sacra
14/12/2015

Geiname Darfaio Op. 38

Forró’s trio|trio de forró
2015

Score and recording available at ART Music Review: https://www.revista-art.com/geiname-darfaio

Obra escrita para trio de forró, busca a exploração das sonoridades típicas dessa formação instrumental em uma perspectiva contemporânea.

Uma obra clássica do repertório é tratada plasticamente, como matéria para diversas transformações, que exalam a sonoridade típica do trio de forró clássico.

Premiere
Edson Lima, Érica Sá, David Martins
4º Seminário do MAB
Goethe Institut – Salvador
16/12/2015

Cabelo (Fricotando)

soprano, flute, clarinet, guitar, percussion, mandolin and cello|soprano, flauta, clarinete, violão, percussão, bandolim e violoncelo
2015

Score|Partirura

Obra vencedora do I Prêmio de Música Contemporânea da Bahia

A obra Cabelo (Fricotando) realiza uma fusão crítica entre a canção Fricote, de Luiz Caldas – uma das pedras fundamentais da Axé Music – com gestos e processos contemporâneos, inspirados na ideia de uma textura de “Cabelo Duro”.

O ímpeto para a composição da peça surgiu de uma manifestação realizada por estudantes na ocasião da Aula-Show de Luiz Caldas na UFBA, em 2015, motivada por atos de injúria racial ocorridos na Faculdade de Arquitetura na Semana de Calouros, em março de 2015. O cabelo é um ato político, cultural, manifesta resistência e força.

Essa peça, portanto, presta uma homenagem ao cabelo afro, busca a conexão ancestral com as forças de resistência e a eterna transformação, motivadas pela necessidade sobrevivência. Homenageio também as mulheres negras, em especial ao cabelo duro e revolucionário de Luísa Mahin, personagem histórica da Bahia, uma das lideranças da Revolta dos Malês. Luísa é considerada uma heroína brasileira, embora pouco se ouça dessa proprietária de um Cabelo Duro e de um pulso firme. A fusão crítica nos conduz pouco a pouco para um poema do seu filho, o poeta abolicionista Luis Gama, intitulado “Minha Mãe”, fazendo alusão à terna pessoa. Quando nos deparamos, estamos no ambiente sonoro do poema, numa espécie de ilusão de liberdade, para logo retornamos ao nosso jogo de textura, emaranhado de fios e cabelos afro.

Premiere
Camará Ensemble
I Prêmio de Música Contemporânea da Bahia
Reitoria da UFBA
20/10/2015

Ilex Op. 36

acousmatic|acusmática
2015

A obra Ilex foi composta para o projeto NMEchá em 2015. O mote criativo foi a experiência em torno do Chimarrão e as características do sabor da Erva-Mate (Ilex paraguariensis). A obra presta uma homenagem ao poeta João da Cunha Vargas, tomando como fonte de materiais uma gravação de um trecho poema Chimarrão, registrado no disco A Estética do Frio, de Vitor Ramil.

Premiere
NMEchá#4, Curitiba
18/06/2015

NMEchá#4 project:

NMECHÁ#4 – música eletroacústica transbrasileira

Boreal Op. 35

Series of electroacoustic/mixed works|série de obras eletrônicas e mistas

Uma explosão, mas uma explosão bela e sensível. O deslumbramento frente a uma experiência inexplicavelmente forte e plena de entusiasmo. A série Boreal trata ao mesmo tempo da força e da delicadeza presentes nos recônditos desvãos da existência humana.

Boreal I
acousmatic|acusmática (2014)
4 channels
Premiere
2º Projeção Sonora do MAB
Casa Preta Espaço de Cultura
01/08/2014

Boreal II
flute and real time electronics|flauta e eletrônica em tempo real (2014)
Score|Partitura
Premiere
César Diniz
3º Projeção Sonora do MAB
Casa Preta Espaço de Cultura
22/08/2014

Boreal III
percussion and real time electronics|percussão e eletrônica em tempo real (2015)
Composed in collatoration to|composta em colaboração com Mateus Espinha Oliveira
Score|Partitura
Premiere
Mateus Espinha Oliveira
Recital de Mestrado, UFMG
26/08/2015

Boreal IV
steel drums and real time electronics|steel drums e eletrônica em tempo real (2015)
Composed in collatoration to|composta em colaboração com Humberto Monteiro
Score|Partirura
Premiere
Humberto Monteiro
14ª Projeção Sonora
Goethe Institut – Salvador
17/11/2015

Boreal V
bouzouki and real time electronics|bouzouki e eletrônica em tempo real (2015)
Composed in collatoration to|composta em colaboração com Gigito (Vitor Silva Rios)
Score|Partitura
Premiere
Gigito (Vitor Silva Rios)
15ª Projeção Sonora do MAB
Goethe Institut – Salvador
18/11/2015

A Dor Ensina a Gemer: sobre a obra e a perfomance

Então… acabei de fazer ajustes de edição e preparar os detalhes para a interpretação de A Dor Ensina a Gemer, pelo ABSTRAI Ensemble na XX Bienal do Rio de Janeiro. A nova versão da partitura, com as partes, já está disponível aqui mesmo.

Enquanto a data não chega e não podemos ouvir a peça, aproveito para colocar aqui um pouco sobre a peça:

A Dor Ensina a Gemer é uma obra sobre a angústia da condição humana em face do desconhecido e do imponderável. As circunstâncias de enfrentamento de obstáculos, o receio em relação ao novo e ao imprevisível. Há uma tentativa de remediar a irreversibilidade do tempo, expressa na forma da obra e no tratamento dado aos eventos musicais que se sucedem e reaparecem como uma espécie de anagrama. As ideias musicais são tratadas com parcimônia, cuidado, ironia e nostalgia, não necessariamente nessa ordem. Processos se desdobram para dar sentido a uma teia de acontecimentos que se desenvolvem, se contagiam e se transformam com convergência com uma seção central, onde o imponderável se apodera da forma e gera consequências nos acontecimentos seguintes, na tentativa de retorno a uma condição inicial. E o tempo, como sempre, sobrepõe-se a tudo.

OCA NO VILA: DE PALCO ABERTO (2ª edição)

Na próxima segunda, dia 08 de junho, a OCA volta ao Cabaré dos Novos, no Teatro Vila-Velha, para apresentar o concerto inédito “De Palco Aberto – 2ª edição”. Dando continuidade ao programa de residência OCA no Vila, o grupo de criação e difusão de música e arte contemporânea apresenta um novo espetáculo mais uma vez marcado pela diversidade e riqueza criativa da nova música de concerto contemporânea feita na Bahia.

A apresentação será às 20h e inclui a exibição de obras musicais acústicas, eletroacústicas, videográficas e de vídeo-dança. Os destaques desta edição ficam por conta da participação do premiado violonista baiano Vladimir Bomfim, que apresentará obras para violão solo dos compositores Paulo Rios Filho, Toru Takemitsu e Arthur Kampela; e da própria OCA que sobre ao palco para interpretar obras feitas por seus próprios integrantes para a inusitada formação de banda de rock: bateria, percussão, baixo e guitarra.

São quatro estreias de músicas que dialogam com o universo do rock ‘n roll em um alto grau de experimentalismo e dentro do contexto da música de concerto contemporânea.

O café estará mais uma vez em funcionamento durante todo o espetáculo. O público pode apreciar os diversos ritmos da nova música de concerto da Bahia acompanhado de sabores também variados.

O OCA no Vila tem em julho a sua última edição no formato concerto. A partir de agosto será apresentado o espetáculo de música e dança criado por integrantes da OCA e convidados, durante o período de residência no Teatro Vila Velha.

SERVIÇO:

OCA no Vila: De Palco Aberto

Segunda-feira, 08/07/2013, 20h

Cabaré dos Novos – Teatro Vila Velha

Passeio Público, Campo Grande – Salvador, Bahia

R$20 (inteira) R$10 (meia)

*Lista amiga: envie seu nome para o e-mail ocacontato@gmail.com e pague meia-entrada.

Fumebianas Op. 31

Fumebianas Nº 1
for flute, clarinet, trumpet, violin and cello|Flauta, clarinete, trompete, violino e violoncelo (2011)
Score|Partitura
Premiere
GIMBA (Grupo de Intépretes Musicais da Bahia)
Bafrik Project
Teatro Vila Velha – Salvador
22/03/2011

Fumebianas Nº 2
for flute, clarinet, guitar, harp, piano, violin, viola, cello and double bass|flauta, clarinete, violão, harpa, piano, violino, viola, violoncelo e contrabaixo (2011-2017)
Score|Partitura
Premiere
XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea
FUNARTE Prize 2016
Sergio Barrenechea, Cesar Bonan, Fabio Adour, Vanja Ferreira, Lucia Barrenechea, Ayran Nicodemo, João Senna, Pablo de Sá, Larissa Coutrim
Alexandre Schubert (conductor)
Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro
25/10/2017

Fumebianas Nº 3
piano (2011)
Score|Partitura
Premiere
Aron Kallay
Wednesday@Noon, University of California, Riverside
23/11/2011

Fumebianas Nº 4
for flute, clarinet, alto sax, bass clarinet and tuba|flauta, clarinete, saxofone contralto, clarinete baixo e tuba (2012)
Score|Partitura
Premiere
Camará Ensemble – Sopros em Brasa
I Seminário em Composição – Projeto Música de Agora na Bahia
Espaço Cultural Barroquinha, Salvador
20/06/2012

Fumebianas Nº 5
for flute, clarinet, guitar and cello|flauta, clarinete, violão e violoncelo (2012)
Score|Partitura
Premiere
Maria Carolina Calvalcanti (flauta), Thiago Tavares (Clarinete), Gabriel Lucena (violão) e Murilo Alves (violoncelo)
Série Quinze – Sérgio Roberto de Oliveira
CCJF – Rio de Janeiro
14/10/2012

Fumebianas Nº 6
for clarinet quartet|quarteto de clarinetes (2012)
Score|Partitura
Premiere
Quarteto de Clarinetes da UFBA (Guiherme Bertissolo, conductor)
II Seminário em Composição – Música de Agora na Bahia
Teatro Vila Velha – Salvador
17/10/2012

m’bolumbümba

music and dance work composed in collaboration to Lia Sfoggia
2011-2012

Premiere
Vivadança International Prize
Festival Vivadança 2012
Goethe Institut – Salvador
25 a 28/04/2012

m’bolumbümba 1
acousmatic|acusmática

m’bolumbümba 2
acousmatic|acusmática

m’bolumbümba 3
acousmatic|acusmática

m’bolumbümba 4
berimbau and real time electronics|berimbau e eletrônica em tempo real
Score|Partitura

m’bolumbümba: entre o corpo e o berimbau